quinta-feira, 11 de junho de 2015

Corrida de automóveis para meninos

Filme de 1914, primeira aparição de The Tramp (O Vagabundo) personagem emblemático de Charlie Chaplin,


Fernão Capelo Gaivota e a pesquisa científica

O filme de 1973 traz uma abordagem sobre a investigação científica:

https://vimeo.com/115186584

Apresentando algumas provocações e temas-problema. Identifico um problema central da investigação mostrada no filme:

-Quais são os meus limites do voo de uma gaivota e como eu posso supera-los indo mais alto, mais longe e mais rápido do que qualquer outro já foi?

Promovendo um paralelo com a minha pesquisa identifico meu tema problema como:

-O que é Gestus, tal como formulado na teoria/prática brechtiana em seus escritos e manuais sobre teatro e como ele se apresenta no curta-metragem Corrida de Automóveis para Meninos (1914) de Charlie Chaplin?


Objetivos Específicos meu projeto
Objetivos Fernão Capelo Gaivota
Objetivos minha pesquisa sobre Gestus em Chaplin
·         Descobrir qual a velocidade máxima a que uma gaivota pode voar
     1.      Ler a obra dramatúrgica e teórica de Brecht, traduzida para o português.
·         Voar o mais alto que conseguir    
     2.   Assistir todos os filmes (longas e curtas) de Charlie Chaplin (como ator e diretor)
·         Comunicar suas descobertas aos seus iguais
     3.      Levantar bibliografia sobre a interpretação no teatro brechtiano
·         Experimentar suas teorias sobre   o voo das gaivotas
     4.      Selecionar, ler e escrever reflexivamente sobre os mais importantes trabalhos
·         Vencer seus medos e suas próprias limitações
     5.      Levantar bibliografia sobre a gestualidade
·         Mergulhar a uma altitude ainda mais alta
     6.      Selecionar, ler e escrever reflexivamente sobre os mais importantes trabalhos
·          
     7.      Escolher mecanismo/metodologia de análise do filme
·           
     8.      Escrever sobre o conceito de Gestus tal como formulado e desenvolvido por Brecht
·          
     9.      Levantar bibliografia sobre Charlie Chaplin
·          
    10.  Selecionar, ler e escrever reflexivamente sobre os mais importantes trabalhos
·             
     11.  Escrever sobre Chaplin e sua relação com a interpretação teatral e cinematográfica
·          
     12.  Realizar análise do filme escolhido a partir das categorias brechtianas coletadas
·          
     13.  Promover uma reflexão sobre a importância da gestualidade no teatro de Brecht e a idealização de Chaplin como ator épico ideal pelo próprio Brecht
·          
     14.  Analisar e escrever sobre as técnicas brechtianas para a construção do gestus e da interpretação no teatro épico/dialético.
·          
     15.  Finalizar a escrita da dissertação
·          
     16.  Qualificar
·          
     17.  Corrigir e aperfeiçoar o trabalho com base nas considerações da banca de qualificação
·          
     18.  Defender o trabalho final
·          
     19.  Realizar ultimas correções e entrega da versão final aprovada


Sobre as metodologias

Levantamento bibliográfico sobre metodologia do trabalho científico

ALMEIDA, Maria Lucia Pacheco de. Como elaborar monografias. 4.ed. Belém/PA: Cejup, 1996.
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ANDRADE, Maria Terezinha Dias de. Técnica da pesquisa bibliográfica. 3.ed. São Paulo: USP-Faculdade de Saúde Pública, 1972.
ASTI VERA, Armando. Metodologia da pesquisa científica. Trad. Maria Helena Guedes e Beatriz Marques Magalhães. Porto Alegre: Globo, 1976.
BACHELARD, Gaston. A formação do espírito científico: contribuição para uma psicanalise do conhecimento. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996.
BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1994.
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BIBLIOGRAFIA - Métodos e Técnicas de Pesquisa
Coordenação: Prof. Gilberto de Andrade Martins
Participação: Doutorando Carlos Renato Theóphilo
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LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2008. ISBN 978-85-224-4762-6.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Técnicas de pesquisa. 7.ed. 3.reimpr. São Paulo: Atlas, 2010. ISBN 978-85-224-5152-4.

Fonte: http://www.ufrgs.br/artes/pos-graduacao/artes-visuais/ART%2005010%20-%20Metodologia%20da%20Pesquisa%20-%20mestrado%20-Prof.%20Paulo.pdf

Levantamento bibliográfico metodologias do teatro

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LOPES, Maria Imacolata Vassalo. LOPES, Maria Immacolata Vassalo. Pesquisa em Comunicação. São Paulo: Edições Loyola, 2003.
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THIOLLENT, Michel. Crítica Metodológica, Investigação Social e Enquête Operária. São Paulo: Polis, 1981.
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Fonte: http://www.ceart.udesc.br/ppgt/ocurso/ementas/mpm.html

Levantamento bibliográfico metodologias do cinema

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CARVALHO, Maria Cecília Marigoni de. (org). Construindo o Saber: Metodologia cientifica: fundamentos e técnicas. Campinas. Papirus.1997.
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MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento. Rio de Janeiro: Hucitec/ Abraso, 1994.
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Fonte: http://www.uesb.br/concurso/2013/10/Pesquisa%20em%20Cinema%20e%20Audiovisual%20-%20DFCH.pdf

Minha seleção (material que pode ser interessante à minha pesquisa)

ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1983.
MARTINS, Joel. Subsídio para redação de dissertação de mestrado e tese de doutorado. 3.ed. São Paulo: Moraes, 1991.
BAUER, Martin W.; GASKELL, George. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. 7.ed. Petrópolis: Vozes, 2008. ISBN 978-85-326-2727-8.
CARREIRA, André; CABRAL, Beatriz; RAMOS, Luiz Fernando; FARIAS, Sérgio. Metodologia de Pesquisa em Artes Cênicas. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2006.
PENAFRIA. Manuela. Análise de filmes – conceitos e metodologias. Disponível em: http://www.bocc.ubi.pt/pag/bocc-penafria-analise.pdf. Acesso em: 31 Mar 2012.

Uma introdução - de Brecht ao Drama Social





O termo teatro épico foi utilizado pela primeira vez por Erwin Piscator (1893-1966), sendo sistematizado por Brecht que se apropria do termo como expressão para o teatro que ele buscava, uma contraposição ao realismo científico e ao realismo socialista. Nesta forma de teatro moderno o diretor e dramaturgo alemão buscava promover uma atitude crítico-reflexiva frente a realidade e ao contexto histórico e social em que as pessoas da plateia estavam inseridas por meio de suas obras.
Segundo Peixoto (1979) Brecht passa a se declarar marxista no final da década de 20 do século XX e passa a desenvolver pesquisas e experimentações cênicas pensando os conceitos do materialismo histórico dialético em cena. Estuda o marxismo a partir das formulações de Karl Korsch (1886-1961), de quem era amigo pessoal. 
Com base nisso desenvolve diversos espetáculos tratando de temas sociais, evidenciando as incoerências da sociedade e os processos de criação ou manutenção de diferentes tipos de consciência em seus personagens, que se distanciavam muito do herói socialista, agindo mais como anti-heróis, levados as ações positivas por força das circunstâncias e não por ideais bem definidos.
Com uma dramaturgia fortemente influenciada por esses pressupostos Brecht investiga técnicas que poderiam ajudar a promover a reflexão e o pensamento crítico por meio de seus espetáculos. O Verfremdungseffekt, ou Efeito de Estranhamento/Distanciamento foi uma dessas técnicas, utilizada por Brecht como uma elaboração estética que objetivava quebrar o efeito ilusório atribuído ao teatro pelo realismo, afim de que o espectador pudesse visualizar e analisar a situações posta em cena de maneira crítica e não por meio da empatia. O V-Effekt como também era chamado, tem sua raiz no ostranenie elaborado pelo formalista e cenógrafo russo Viktor Chklovski (1893-1984).
A comédia foi um elemento fundamental utilizado para provocar o estranhamento (Rosenfeld, 2010, p. 157). O teatro brechtiano sempre teve como principal objetivo divertir, um teatro onde se possa fumar, um teatro que faça ir. O senso de humor é essencial para se compreender a filosofia e a realidade, o cômico lança luz aos absurdos do cotidiano, é necessário distanciamento emotivo para rir. A comédia quando utilizada como como aparato crítico vira sátira, muito presente na dramaturgia brechtiana. Neste tipo de comédia temos como constante o corpo e uma habilidade mímica e acrobática muito bem definida, um exagero do movimento e da postura corporal cotidiana visando o riso.
O Gestus é a materialização de um determinado conflito da personagem, colocado como ação/imagem e não como texto para que o espectador perceba a humanidade e a profundidade dos personagens, geralmente ligado ao contexto em que ele está inserido. Ele serve ao estranhamento a medida que promove o desequilíbrio e a não linearidade do personagem e gera um desconforto no espectador, levando-o a pensar a real natureza das ações realizadas pelo personagem, suas motivações e o ambiente que o produz.
Nas performances culturais podemos utilizar diversas categorias desenvolvidas por Richard Schechner (1934-), Victor Turner (1920-1983) e por outros autores utilizados nos estudos das performances. Alguns conceitos são facilmente identificáveis como: comportamento restaurado, não eu e não não-eu, liminaridade, drama social, sequencia total da performance e outras. Tomo aqui o conceito o drama social para uma primeira aproximação. Segundo Turner (1996) dramas sociais:
representam uma complexa interação entre padrões normativos estabelecidos no curso de regularidades profundas de condicionamento e da experiência social e as aspirações imediatas, ambições ou outros objetivos e lutas conscientes de grupos ou indivíduos no aqui e no agora. (TURNER, 1996, p. XXII) 
      Se entendemos os dramas sociais nessa perspectiva, o drama social modifica a realidade promovendo uma experiencia, presentificando uma tensão social, um conflito que promove, em uma apropriação dos ritos de passagem, uma ruptura, crise, intensificação da crise, reparação e desfecho. Quando analisamos o gestus brechtiano percebemos que ele traz em sua visão dialética do mundo, presentificando questão como a luta de classes e a alienação. Tanto em espetáculos de Brecht, como Mãe Coragem e Seus Filhos, quanto em cenas de filmes como tempos modernos. O gestus se constrói em uma sequência que evidencia a ação/drama, com o objetivo de fazer a audiência refletir, uma crise na consciência.


Referências bibliográficas

PEIXOTO, F. Brecht: Vida e Obra. 3. Ed. Rio de Janeiro: Ed. Paz e Terra, 1974.
TURNER, Victor. Schism and continuity in an African society. Manchester: Manchester University Press, 1996 [1957].

ROSENFELD, A. O Teatro Épico. 6. Ed. São Paulo: Perspectiva, 2010.